Por que a Gestão de Serviços se Tornou o Centro da Inteligência Operacional

November 28, 2025

Em uma era definida pela velocidade e pelo volume de dados, a transformação digital deixou de ser um diferencial e se tornou uma imposição competitiva. A necessidade de evoluir a Gestão de Serviços (Service Management) de um suporte reativo para uma central de inteligência operacional não é uma novidade, mas o requisito mínimo para a sobrevivência e crescimento.


É de conhecimento de todos que as organizações que reconhecem essa mudança estão reestruturando suas bases com o Enterprise Service Management (ESM) e integrando capacidades de Inteligência Artificial para transformar cada interação em um insight acionável, garantindo que o ciclo de estratégia e execução permaneça contínuo e à frente do mercado.


Hoje, fluxos ineficientes e processos manuais ainda são gargalos que reduzem a produtividade e aumentam o risco de falhas. A ausência de automação, duplicação de dados e falta de colaboração entre departamentos geram retrabalho e dificultam a rastreabilidade de ativos e recursos. É nesse contexto que o Enterprise Service Management (ESM) se consolida como um modelo capaz de eliminar silos e centralizar operações.



Service Management:

estrutura para superar desafios da operação moderna

Como já sabemos, a ESM cria disciplina operacional ao padronizar fluxos, estruturar responsabilidades, automatizar atividades repetitivas e conectar equipes. Diferente de abordagens desordenadas baseadas em planilhas, e-mails ou sistemas desconexos, o ESM traz:


  • Automação para reduzir retrabalho,
  • Transparência para eliminar silos,
  • Rastreabilidade para evitar erros,
  • Insights para decisões rápidas e embasadas,
  • Integração para conectar equipes de forma contínua.


Com isso, problemas como entradas duplicadas, perda de informações, gargalos invisíveis e falhas recorrentes deixam de ser sintomas inevitáveis e passam a ser prevenidos pela própria estrutura do processo.



Hand placing a glowing puzzle piece onto a circuit board, lit with blue and purple neon.

A ESM cria disciplina operacional ao padronizar fluxos, estruturar responsabilidades, automatizar atividades repetitivas e conectar equipes. Diferente de abordagens desordenadas baseadas em planilhas, e-mails ou sistemas desconexos, o ESM traz:



  • Automação para reduzir retrabalho,
  • Transparência para eliminar silos,
  • Rastreabilidade para evitar erros,
  • Insights para decisões rápidas e embasadas,
  • Integração para conectar equipes de forma contínua.


Com isso, problemas como entradas duplicadas, perda de informações, gargalos invisíveis e falhas recorrentes deixam de ser sintomas inevitáveis e passam a ser prevenidos pela própria estrutura do processo.



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Do suporte reativo à gestão proativa: a proposta da Atlassian

Não podemos falar de gestão de serviços sem pensar em Atlassian. Desde seu lançamento em 2002, o Jira Service Management (JSM) evoluiu de uma ferramenta de acompanhamento de bugs para uma plataforma completa de gestão. Mas o ponto central não é a ferramenta em si, e sim como ela faz parte de uma nova mentalidade que permite operacionalizar o modelo de ESM, transformando processos antes manuais em operações padronizadas, automatizadas e mensuráveis.


Com configuração intuitiva e sem necessidade de código, o Jira permite criar rapidamente portais de atendimento, formulários e fluxos personalizados para diferentes áreas da empresa. Em vez de adquirir soluções isoladas, as equipes passam a trabalhar em uma plataforma flexível capaz de atender a múltiplos cenários de negócio. Isso viabiliza a prática de ESM, ao substituir sistemas desconexos por um processo único, transparente e governável.


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Confluence como base de conhecimento inteligente

People working at desks in a bright office. One woman types on a laptop. Others stand or sit.

A gestão de serviços depende de conhecimento padronizado. Sem documentação estruturada, o retrabalho se multiplica e os erros se repetem. Nesse contexto, a gestão pelo JSM é potencializada pelo Confluence, o núcleo do conhecimento corporativo, permitindo acesso rápido a artigos, políticas, procedimentos e FAQs. Com isso, equipes reduzem dúvidas recorrentes, aceleram a execução de tarefas e criam uma cultura de aprendizado contínuo.


Os avanços recentes de IA da Atlassian ampliam esse potencial, permitindo que incidentes anteriores, níveis de prioridade e riscos de mudança sejam identificados e sugeridos automaticamente. Isso reforça o objetivo do ESM de tornar decisões operacionais mais inteligentes e menos reativas.


→Saiba Como Justificar Investimentos em Ferramentas de Colaboração

IA no Service Management: automação que resolve gargalos reais

A inteligência artificial, agora integrada a todo o ecossistema Atlassian, é projetada para otimizar fluxos de suporte e liberar tempo dos agentes. O sistema realiza triagem automática de tickets, prioriza solicitações e executa ações em massa com base em contexto e tipo de requisição. Dessa forma, a IA ataca diretamente gargalos como filas manuais, falta de padrões, baixa capacidade de resposta e inconsistência entre áreas.


A análise de sentimentos, outro recurso da plataforma, interpreta o tom emocional dos comentários dos clientes em tempo real, ajudando as equipes a identificar frustrações e agir preventivamente.



AIOps: visibilidade e resposta unificada

Outra propriedade potencializada pela IA é o Ops Guide Agent. Alimentado pelo motor do Rovo, produto de IA generativa da Atlassian, o JIra Service Management ganha capacidades de AIOps (Artificial Intelligence for IT Operations). Em um cenário de ESM, a AIOps transforma sinais dispersos em informações acionáveis, evitando que alertas se percam ou se multipliquem desnecessariamente, uma das causas mais comuns de atrasos operacionais.



O recurso agrupa alertas relacionados, destaca os mais críticos e fornece contexto histórico, conectando dados de aplicações Atlassian e ferramentas de terceiros. Assim, é possível reduzir o tempo de detecção, resposta e recuperação de incidentes, eliminando falhas que antes passavam despercebidas.



Glowing blue circuit board, a central core radiating outwards.

Outra propriedade potencializada pela IA é o Ops Guide Agent. Alimentado pelo motor do Rovo, produto de IA generativa da Atlassian, o JIra Service Management ganha capacidades de AIOps (Artificial Intelligence for IT Operations). Em um cenário de ESM, a AIOps transforma sinais dispersos em informações acionáveis, evitando que alertas se percam ou se multipliquem desnecessariamente, uma das causas mais comuns de atrasos operacionais.


O recurso agrupa alertas relacionados, destaca os mais críticos e fornece contexto histórico, conectando dados de aplicações Atlassian e ferramentas de terceiros. Assim, é possível reduzir o tempo de detecção, resposta e recuperação de incidentes, eliminando falhas que antes passavam despercebidas.

Glowing blue circuit board, a central core radiating outwards.

Service Management: porque contar

com o Jira

O verdadeiro avanço do JSM não está apenas na automação, mas na capacidade de dar vida ao modelo de gestão de serviços, conectando pessoas, processos e informações em um sistema inteligente e dinâmico. Ao unificar o trabalho de desenvolvimento, operações e negócios, o Jira torna-se o ponto central de inteligência operacional da empresa, uma verdadeira torre de controle capaz de alinhar estratégia, execução e aprendizado contínuo.


Os principais benefícios de contar com uma central de operações que integre diferentes times e processos são as reduções significativas no volume de chamados manuais e no retrabalho. A automação impulsiona a produtividade, enquanto a visibilidade centralizada permite decisões mais rápidas e embasadas.


Essas melhorias impactam além dos fluxos diários. Segundo a Forrester, organizações que migraram para o JSM observaram ganhos de até US$ 2,9 milhões (R$ 15,5 milhões) em produtividade do service desk ao longo de três anos. Em um mundo orientado por dados e velocidade, o foco em inteligência de dados apoiado pelas ferramentas certas representa um novo modelo de gestão, onde cada solicitação e incidente se transforma em insight para o próximo avanço.


Na realidade, essa visão do Service Management como um hub de inteligência não é uma novidade, mas a consolidação de uma jornada que o mercado vem trilhando. Contudo, em um cenário em que a velocidade e os dados são decisivos, a diferença está na execução. As empresas que negligenciarem esse caminho de integração e não investirem na adoção estratégica do ESM, da Inteligência Artificial (IA) e das práticas de AIOps correm um risco considerável. Elas não apenas perderão a chance de otimizar seus custos e sua operação, mas, o que é mais grave, ficarão irreversivelmente para trás em termos de agilidade e capacidade de resposta, perdendo competitividade frente a concorrentes que já operam sob essa nova dinâmica.

Logo with a teal icon of an upward-pointing arrow and text "e-core" in white.

A e-Core como Atlassian Platinum Solution Partner, possui processos e ferramentas para melhorar a eficiência e eficácia das migrações, diminuindo os tempos de Projetos e melhorando a qualidade da entrega.

Teal logo of an upward pointing chevron with a dot above it, next to the word "e-core" in white text.

A e-Core como Atlassian Platinum Solution Partner, possui processos e ferramentas para melhorar a eficiência e eficácia das migrações, diminuindo os tempos de Projetos e melhorando a qualidade da entrega.


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e-Core

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