Por que a Gestão de Serviços se Tornou o Centro da Inteligência Operacional
Conforme a transformação digital avança mais rápido do que a capacidade das empresas de reorganizarem seus processos, o gerenciamento de serviços precisa deixar de ser visto como um simples “help desk de TI”. As demandas por agilidade, integração e visibilidade operacional exigem uma nova postura e ferramentas que conectem negócios, tecnologia e pessoas em um mesmo ecossistema.
Hoje, fluxos ineficientes e processos manuais ainda são gargalos que reduzem a produtividade e aumentam o risco de falhas. A ausência de automação, duplicação de dados e falta de colaboração entre departamentos geram retrabalho e dificultam a rastreabilidade de ativos e recursos. É nesse contexto que o Enterprise Service Management (ESM) se consolida como um modelo capaz de eliminar silos e centralizar operações.

Service Management:
estrutura para superar desafios da operação moderna
A ESM cria disciplina operacional ao padronizar fluxos, estruturar responsabilidades, automatizar atividades repetitivas e conectar equipes. Diferente de abordagens desordenadas baseadas em planilhas, e-mails ou sistemas desconexos, o ESM traz:

- Automação para reduzir retrabalho,
- Transparência para eliminar silos,
- Rastreabilidade para evitar erros,
- Insights para decisões rápidas e embasadas,
- Integração para conectar equipes de forma contínua.
Com isso, problemas como entradas duplicadas, perda de informações, gargalos invisíveis e falhas recorrentes deixam de ser sintomas inevitáveis e passam a ser prevenidos pela própria estrutura do processo.

A ESM cria disciplina operacional ao padronizar fluxos, estruturar responsabilidades, automatizar atividades repetitivas e conectar equipes. Diferente de abordagens desordenadas baseadas em planilhas, e-mails ou sistemas desconexos, o ESM traz:

- Automação para reduzir retrabalho,
- Transparência para eliminar silos,
- Rastreabilidade para evitar erros,
- Insights para decisões rápidas e embasadas,
- Integração para conectar equipes de forma contínua.
Com isso, problemas como entradas duplicadas, perda de informações, gargalos invisíveis e falhas recorrentes deixam de ser sintomas inevitáveis e passam a ser prevenidos pela própria estrutura do processo.

Do suporte reativo à gestão proativa:
a proposta da Atlassian
Não podemos falar de gestão de serviços sem pensar em Atlassian. Desde seu lançamento em 2002, o Jira Service Management (JSM) evoluiu de uma ferramenta de acompanhamento de bugs para uma plataforma completa de gestão. Mas o ponto central não é a ferramenta em si, e sim como ela faz parte de uma nova mentalidade que permite operacionalizar o modelo de ESM, transformando processos antes manuais em operações padronizadas, automatizadas e mensuráveis.
Com configuração intuitiva e sem necessidade de código, o Jira permite criar rapidamente portais de atendimento, formulários e fluxos personalizados para diferentes áreas da empresa. Em vez de adquirir soluções isoladas, as equipes passam a trabalhar em uma plataforma flexível capaz de atender a múltiplos cenários de negócio. Isso viabiliza a prática de ESM, ao substituir sistemas desconexos por um processo único, transparente e governável.
Confluence como base de conhecimento inteligente

A gestão de serviços depende de conhecimento padronizado. Sem documentação estruturada, o retrabalho se multiplica e os erros se repetem. Nesse contexto, a gestão pelo JSM é potencializada pelo Confluence, o núcleo do conhecimento corporativo, permitindo acesso rápido a artigos, políticas, procedimentos e FAQs. Com isso, equipes reduzem dúvidas recorrentes, aceleram a execução de tarefas e criam uma cultura de aprendizado contínuo.
Os avanços recentes de IA da Atlassian ampliam esse potencial, permitindo que incidentes anteriores, níveis de prioridade e riscos de mudança sejam identificados e sugeridos automaticamente. Isso reforça o objetivo do ESM de tornar decisões operacionais mais inteligentes e menos reativas.
→Saiba Como Justificar Investimentos em Ferramentas de Colaboração
IA no Service Management: automação que resolve gargalos reais
A inteligência artificial, agora integrada a todo o ecossistema Atlassian, é projetada para otimizar fluxos de suporte e liberar tempo dos agentes. O sistema realiza triagem automática de tickets, prioriza solicitações e executa ações em massa com base em contexto e tipo de requisição. Dessa forma, a IA ataca diretamente gargalos como filas manuais, falta de padrões, baixa capacidade de resposta e inconsistência entre áreas.
A análise de sentimentos, outro recurso da plataforma, interpreta o tom emocional dos comentários dos clientes em tempo real, ajudando as equipes a identificar frustrações e agir preventivamente.
AIOps: visibilidade e resposta unificada
Outra propriedade potencializada pela IA é o Ops Guide Agent. Alimentado pelo motor do Rovo, produto de IA generativa da Atlassian, o JIra Service Management ganha capacidades de AIOps (Artificial Intelligence for IT Operations). Em um cenário de ESM, a AIOps transforma sinais dispersos em informações acionáveis, evitando que alertas se percam ou se multipliquem desnecessariamente, uma das causas mais comuns de atrasos operacionais.

O recurso agrupa alertas relacionados, destaca os mais críticos e fornece contexto histórico, conectando dados de aplicações Atlassian e ferramentas de terceiros. Assim, é possível reduzir o tempo de detecção, resposta e recuperação de incidentes, eliminando falhas que antes passavam despercebidas.

Outra propriedade potencializada pela IA é o Ops Guide Agent. Alimentado pelo motor do Rovo, produto de IA generativa da Atlassian, o JIra Service Management ganha capacidades de AIOps (Artificial Intelligence for IT Operations). Em um cenário de ESM, a AIOps transforma sinais dispersos em informações acionáveis, evitando que alertas se percam ou se multipliquem desnecessariamente, uma das causas mais comuns de atrasos operacionais.
O recurso agrupa alertas relacionados, destaca os mais críticos e fornece contexto histórico, conectando dados de aplicações Atlassian e ferramentas de terceiros. Assim, é possível reduzir o tempo de detecção, resposta e recuperação de incidentes, eliminando falhas que antes passavam despercebidas.

Service Management: porque contar
com o Jira
O verdadeiro avanço do JSM não está apenas na automação, mas na capacidade de dar vida ao modelo de gestão de serviços, conectando pessoas, processos e informações em um sistema inteligente e dinâmico. Ao unificar o trabalho de desenvolvimento, operações e negócios, o Jira torna-se o ponto central de inteligência operacional da empresa, uma verdadeira torre de controle capaz de alinhar estratégia, execução e aprendizado contínuo.
Os principais benefícios de contar com uma central de operações que integre diferentes times e processos são as reduções significativas no volume de chamados manuais e no retrabalho. A automação impulsiona a produtividade, enquanto a visibilidade centralizada permite decisões mais rápidas e embasadas.

Essas melhorias impactam além dos fluxos diários. Segundo a Forrester, organizações que migraram para o JSM observaram ganhos de até US$ 2,9 milhões (R$ 15,5 milhões) em produtividade do service desk ao longo de três anos.
Em um mundo orientado por dados e velocidade, o foco em inteligência de dados apoiado pelas ferramentas certas representa um novo modelo de gestão, onde cada solicitação e incidente se transforma em insight para o próximo avanço. Saiba como evoluir o seu negócio com Jira e todo o ecossistema Atlassian. Fale com os nossos consultores.
A e-Core como Atlassian Platinum Solution Partner, possui processos e ferramentas para melhorar a eficiência e eficácia das migrações, diminuindo os tempos de Projetos e melhorando a qualidade da entrega.
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