Sua Nuvem Gera Valor ou Custa Caro na Black Friday?
A poucas semanas da Black Friday de 2026, que acontece em 27 de novembro, o e-commerce se pergunta: a minha arquitetura de nuvem aguenta o pico? De acordo com o estudo da
Confi/Neotrust, em parceria com o E-Commerce Brasil, há a expectativa de que seja vendido 15,4% a mais que em 2026.
Nesse volume, qualquer instabilidade pesa no caixa. Na Black Friday de 2025, o e-commerce brasileiro faturou R$ 4,76 bilhões em um único dia, segundo a
Confi Neotrust, e chegou a picos de 476 transações simultâneas por segundo, de acordo com reportagem da
Carta Capital. Uma queda nesse intervalo interrompe milhares de compras ao mesmo tempo e pode ter custos milonários.
Segundo o
Observability Forecast 2026, da New Relic, interrupções de alto impacto custam em média US$ 1,85 milhão por hora e US$ 74 milhões por ano a cada empresa. Por isso, a nuvem passou a ser avaliada pelo resultado que entrega: 64% das empresas já medem o valor de negócio da nuvem, 12 pontos acima do ano anterior, segundo o
Flexera State of the Cloud 2026.
R$ 4,76 bi
faturados pelo e-commerce brasileiro em um único dia na Black Friday 2025
Fonte:
Confi Neotrust
Parte do risco vem da migração por
lift and shift, que leva as aplicações para a nuvem do jeito que estão, sem revisar a arquitetura. A empresa troca a infraestrutura e preserva dependências entre sistemas, gargalos em bancos de dados e aplicações que não escalam.
CLOUD
Como garantir elasticidade e escalabilidade da nuvem no e-commerce na Black Friday?

A elasticidade e a escalabilidade da nuvem não são automáticas. Enquanto a escalabilidade prepara a estrutura para suportar o aumento contínuo do volume de transações, a elasticidade permite adaptar a capacidade dinamicamente aos picos momentâneos de demanda.
Na Black Friday, o desafio é manter toda a jornada de compra funcionando, da navegação ao pagamento, e plataformas que recebem em poucas horas o volume de acesso de semanas só aguentam a alta oscilação com recursos elásticos, autoscaling e testes de carga.
Quais sinais mostram que a nuvem precisa de atenção antes do pico?
Alguns sinais precedem a queda:
Aumento da latência e das taxas de erro
Saturação de recursos
Falhas nas integrações
Degradação do tempo de resposta podem significar que o problema está na arquitetura de cloud.
Outro alerta é a falta de visibilidade sobre o impacto no negócio, pois uma aplicação disponível pode travar o checkout ou o pagamento.
Em operações críticas de e-commerce, referências de 99,9% ou 99,95% de disponibilidade podem orientar os objetivos de serviço, conforme a criticidade de cada jornada. Para incidentes graves, a meta é um MTTR (tempo médio de recuperação) de poucos minutos ou dezenas de minutos, com automação, observabilidade e recuperação testada, a partir dos indicadores de cada ambiente. A disponibilidade que conta é a de concluir transações.
A disponibilidade que conta é a de concluir transações.
Com testes de carga, engenharia de resiliência e SLOs (objetivos de nível de serviço) para as jornadas críticas, a operação antecipa problemas, se recupera rápido e escala com eficiência.
Como FinOps, observabilidade e AIOps reduzem o custo de nuvem e o MTTR?
Entre as soluções para garantir que a nuvem funcione em prol do negócio está a atenção especial às estratégias de FinOps, AIOps e observabilidade.
A observabilidade acompanha as aplicações de ponta a ponta, correlacionando métricas, logs e
traces
para detectar problemas antes do cliente, com indicadores técnicos ligados às jornadas críticas.
O AIOps usa IA e agentes para correlacionar eventos, reduzir alertas, identificar anomalias e acelerar a análise de causa raiz. Isso, integrado à resposta automatizada, reduz o MTTR.
O monitoramento também é deficiente na própria IA: segundo a New Relic, um quarto das empresas tem agentes em produção sem nenhum acompanhamento. Entre as que monitoram, 42% relatam retorno de três vezes ou mais, contra 21% das que não monitoram.
Já o FinOps torna a escalabilidade economicamente sustentável, com planejamento de capacidade, otimização de recursos, custos por aplicação ou transação e corte de desperdícios. Segundo a Flexera, 63% das empresas já têm time dedicado à prática.
Como escolher o parceiro de migração de cloud antes da Black Friday?
Além de certificações, empresas precisam de parceiros que entendam o modelo de negócio do cliente, saibam identificar riscos arquiteturais, planejem a evolução após a migração e tenham experiência em arquitetura, modernização, segurança, governança financeira e ambientes críticos.
Na e-Core, as soluções integram Cloud, Dados, Inteligência Artificial e Modernização de Aplicações, avaliando cada ambiente pelos objetivos de negócio, pela escalabilidade necessária, pelos custos operacionais e pelas oportunidades de modernização. A migração é o primeiro passo de uma base tecnológica que acelera a inovação, aumenta a resiliência e sustenta o crescimento.
Fale conosco para uma avaliação da sua arquitetura em nuvem e veja o que precisa para não quebrar durante o pico de acessos!
Combinamos experiência global com tecnologias emergentes para ajudar empresas como a sua a criar produtos digitais inovadores, modernizar plataformas de tecnologia e melhorar a eficiência nas operações digitais.




